Mais um capítulo emocionante de O Anatômico



NONO CAPÍTULO DE O ANATÔMICO




“O tempo passa, mas a maldade continua a reinar nos corações dos impuros. O desejo mortífero, arrogante e devastador faz com que a boca profane palavras de ordem maléficas. É notório que o mal quer levar mais almas para o ninho escuro e frio, é evidente que a morte está com sede de sangue fresco e saboroso”.

“A Senhora da noite ordena aos seus subordinados que eles tragam a ela o banquete, e com certeza o prato principal será a cabeça de alguém”.




CENA 1
Mais 5 anos se passaram e agora um novo cenário dominava na vida do Wagner e sua família. Lorena continua linda e obcecada pelas coisas horríveis que o seu marido pratica. Wagner e seu fiel colaborador continuam fazendo atrocidades. Eles agora têm até um canto só deles para o que eles chamam de arte. Alessandro está na faculdade cursando Educação Física, apesar de não ser do desejo dos pais, mas é o que ele gosta e o seu sonho é montar uma academia.

Dia 3 de agosto de 2015 

É manhã, Lorena, Wagner e Alessandro estão postos à mesa devorando o imenso banquete matinal.

Alessandro – Pai, confesso que estou muito animado em sabe que hoje serei um dos seus alunos.

Wagner – Eu também estou, mas não pense que só porque você é meu filho que vou aliviar para seu lado não. Vou ser mais rígido com você, pode esperar.

Alessandro – Tranquilo, eu manjo tudo de anatomia mesmo. (risadas).

Lorena – Queria meu filho economista, operando ações na bolsa, fazendo consultas especializadas para grandes empresas... 

De repente ela é interrompida pelo jovem.

Alessandro – Blá, blá, blá, blá. Mãe eu acredito que você quer a minha felicidade e eu não seria feliz como economista, então vamos para por aqui.

Lorena – Mas eu não consigo ver meu filho um simples personal trainer.

Alessandro – Não serei um personal e sim um dono de academia, ela será a mais famosa de toda região, você vai ver.

Wagner – Lorena deixe o garoto seguir o seu destino, não podemos interromper esse processo, pois é só dele este momento e suas escolhas devem ser respeitadas.

Lorena – Que seja a melhor entre todas as academias então.

Alessandro esboça um sorriso confiante. Wagner por sua vez começa a viajar em uma visão tridimensional dos seus planos malignos. Lorena percebe o transe do marido e também viaja em direção ao seu desejo libidinoso e perigoso.

CENA 2

Matheus está a mais de uma hora em pé admirando a vista da janela do seu quarto em sua luxuosa mansão. Um dos empregados entra no quarto.

Empregado – O que deseja meu senhor.

O jovem de 24 anos ri.

Matheus – Muito engraçado este tratamento viu, bom quero que você traga-me o café na cama.

Empregado – Sabe, sei que não é da minha conta, mas fico imaginando o porquê do senhor vir para esta cidade pacata. O senhor é um jovem com tantas coisas para aproveitar e certamente está cidadezinha não poderá de oferecer quase nada.

Matheus – Você cuidou de mim por toda minha vida, deveria saber que adoro lugares tranquilos e tudo que preciso está aqui, meu caro.

Empregado – Apesar de ter te carregado parece que não o conheço muito bem (risos). Se me pedissem para te descrever eu diria: Enigma. Bom, eu vou trazer o seu café aguarde.

O garoto sinaliza positivamente. Quando o empregado sai Matheus começa a pensar.

Matheus pensando – Aqui nesta cidade tem tudo que preciso, o objetivo da minha missão está aqui e logo estarei de frente a ele.

CENA 3

Vitor está trancado em seu quarto. Ele aproveitou que seus pais saíram para evangelizar e chamou o que ele chama de amiga de cama para curtir o resto da manhã com ele.

Miriam – Cada dia você está mais gostoso, meu futuro personal.

Vitor – E cada dia melhor de cama também não é?

Miriam – Nem tanto rapaz, nem tanto.

Vitor – Colé ta me tirando, hein?

Ele a agarra pelo pescoço e começa a penetrar a garota de forma um pouco violenta.

Miriam – Aí calma assim você machuca minha perseguida. (risos maléficos).

Vitor – Mas é para machucar mesmo, para vê se você se lembra de como sou o bicho na cama.

Eles transam loucamente, a cama começa a balançar sem parar, ela geme a cada estocada, o suor começa a escorrer e se misturar. O quarto se incendeia a ponto de explodir. Ele não perdoa a vagina da moça e penetra cada vez mais fundo, ela tenta impedir, mas não consegue forças e acabam sendo vencida pelo vigor do rapaz. Tudo termina com o gozo dos dois simultaneamente.

Miriam – Aí Vitor realmente você é uma maquina do sexo, quando saio daqui fico toda desconcertada, quase não consigo trabalhar. Sabe se continuar desse jeito vou virar mendiga.

 Vitor – Logo você vai parar de trabalhar nesse tipo de emprego, aproveite, pois seu dia de puta está acabando.

Miriam ri alto.

Miriam – Sabe fico imaginando como você seria se seguisse o mesmo caminho dos seus pais.

Vitor – Com certeza não estaria aqui com você. E nem gosto de imaginar, meus pais são muito chatos com essa religião chata pra cacete deles. Dei pulos de alegria quando fiquei maior só para não ir à igreja. 

Miriam – Tadinho, mas você aproveitou o momento e derrotou pelo menos uma irmãzinha, não?

Vitor – Todas, eu comi, mas elas são muito sem sal sabe, não são especiais como você. Fora que elas não depilam a pepeca não tudo cabeludo, aí como eu vou chupar, não dá né.
Miriam dá saltos de tanto ri, os dois se abraçam novamente e começam mais um round libidinoso.

CENA 4

Eduardo está sentado em sua moto no ponto de moto táxi pensativo. A sua mãe nem voltou para casa em plena segunda, ela amanheceu no bar e lá permaneceu, andando de porta em porta de boteco caçando mais bebidas. Ele tentou trazê-la para casa, mas ela não o obedecia. Ele via em sua frente a imagem degradada da única coisa que lhe restava e que estava se perdendo. Um filete de lágrima escorre dos seus olhos a tristeza.

Eduardo rezando – Meu Deus me dê forças e perseverança para que eu possa continuar lutando para salvar minha mãe. Eu pedir ela para o álcool, mas sei que o Seu poder pode libertá-la desse mal. Ajude-me eu te peço humildemente.

CENA 5

Em frente à casa WL, (nome dado a mansão de Wagner e Lorena) Uma mulher já acabado pelo tempo e sofrimento se mantém estática olhando para o portão principal. Lágrimas escorrem do seu rosto, um arrependimento toma conta do seu coração.

Já dentro da casa Wagner e Lorena estão dentro do quarto.

Lorena – Wagner, eu estou te achando muito frouxo ultimamente, cadê aquele vigor, aquela ânsia de matar? Onde está?

Wagner – Lorena, eu confesso a você que realmente já faz um tempo que não crio nada. Sabe, acho que é por causa do nosso filho, ele está tomando um rumo na vida e tenho medo que minhas ações prejudiquem o futuro dele.

Lorena – Seja profissional como sempre foi isso te garante que a vida do nosso filho não será afetada.

Wagner – Você está sedenta não é?

Lorena – Não sabe o quanto desejo novas imagens de sua arte.
Os dois soltam uma risada baixa e agonizante.

CENA 6
A noite invade a cidade e Wagner está preparado para a aula, ele vai ministrar para o 2º Período de Educação Física, a turma de seu filho. Os alunos vão entrando, ele começa a marcar algumas alunas do seu interesse, mas quando chega uma jovem mulher, os seus olhos ficam embaçados, seu pênis responde de imediato. A garota é um evento da natureza, que sabe ela não é a matéria prima perfeita da arte daquela anatomista louco.

Com todos na sala ele começa a aula se apresenta e pede para que todos façam o mesmo. Quando chega a vez da espetacular garota ela responde:

“Oi eu sou a Vanessa, sou novata na turma, não cursei o primeiro período aqui, pois acabei de me mudar para cá”.

Não só o Wagner estava encantado, todos os outros rapazes também, mas um em especial sentiu por ela desde o primeiro momento algo especial pela garota e este é o filho do anatomista.

CENA 7

Lorena está voltando de sua caminhada, mas algo chama a sua atenção. A mulher de idade continua ali naquele mesmo local. Ela fica intrigada, pois desconhece os motivos daquela senhora ficar ali por tanto tempo, sendo que nem é um local propício a andarilhos. Lorena resolve ir em direção a idosa e perguntar o que ela faz ali.

Lorena – Boa noite senhora. Desculpa-me, mas percebi que a senhora está aqui desde cedo, queria saber se posso lhe ajudar em alguma coisa. 

Senhora – Claro que pode minha filha, por acaso você não me reconhece.

Lorena – Lamento mais não conheço não.

Senhora – Eu sou sangue do seu sangue, eu sou Margarida a sua avó.


CONTINUA 

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