DÉCIMO PRIMEIRO CAPÍTULO DE O ANATÔMICO
No capítulo anterior...
Rodrigo
se mostra interessado.
Rodrigo – Quero tudo que você quiser.
Matheus – Eu quero apagar este meu fogo que
tenho aqui atrás.
Rodrigo – Pode me chamar de bombeiro então, sou
especialista nisso.
Matheus – Vamos a um dos quartos então.
Rodrigo – Gosto de aventura, vamos para o
jardim, ele é muito grande e acharemos um local bem maneiro e discreto para que
eu possa apagar seu fogo.
Matheus – Sexo a céu aberto é ótimo.
Os dois saem
e vão para um local afastado no jardim da casa de Matheus. Os outros
integrantes do grupo neonazista incluindo o Vitor seguem os dois a uma
distância segura.
No momento atual...
CENA 1
Vitor
e seus amigos de grupo continuam seguindo Matheus e o Rodrigo. Matheus se
mostra muito feliz por ter conquistado um dos garotos mais bonitos da festa.
Mal sabe ele que este belo rapaz está o encaminhando para uma armadilha. Ou
sabe?
Matheus – Aqui é um bom local não é?
Rodrigo – Acho melhor irmos para um local mais
distante. Devem ter muitas pessoas se agarrando por aqui por perto, não quero
ser visto. Você entende né?
Matheus
faz sinal de positivo, pega na mão do rapaz que se assusta com o gesto.
Matheus – Calma, não temas sei onde podemos
ficar.
Gustavo
se volta para o Vitor.
Gustavo – Vitor. Acho melhor você volta. Pois
você é conhecido entre os convidados e alguns se não sabem desconfiam das suas
ideologias. Assim quando todos souberem do que vai acontecer e se não te verem,
podem te ligar aos fatos e aí você estaria fudido.
Vitor – Mas eu quero participar, quero dá pelo
menos um soco nesse viado nojento.
Gustavo
pensa e autoriza o jovem a continuar, mas o alerte que logo após ele aliviar
seus desejos ele deverá voltar para festa para não levantar suspeitas.
CENA 2
Jessiane
continua a gritar de forma desesperadora, mas ninguém podia ouvi-la. Toda a
casa tinha sistema anti barulho. Wagner penetra sem dó o metal no órgão sexual
da moça, Mario continua a penetra com força o ânus dela, Lorena por sua vez se
delicia com as cenas se masturbando.
Wagner – Grita, grita mais sua vagabunda, sinta
a dor entrando e saindo da sua papa pinto.
O
sangue que saí das partes de Jessiane começa a escorrer pela maca. Chaga um
momento que ela para de gritar, suas forças já lhe faltam. Wagner e Mario então
param de molestá-la.
Lorena se aproxima da mulher e fala palavras no ouvido
dela.
Lorena – O que foi? Acabou sua força? Acabou
sua coragem? Cadê sua energia? Você tinha muita para se engraçar com o marido
da outra, mas agora não tem para suportar as maluquices dele?
Lorena
começa a rir. Ela beija o seu marido e o parabeniza
Lorena – Muito bem meu amor. Você está fazendo
um ótimo trabalho. Não vejo a hora do grande ápice. Você também está
trabalhando muito bem Mario.
Mario – Obrigado senhora.
Wagner
rir e volta a beijar sua parceira em todas as horas.
Jessiane
sem energia profere palavras em voz baixa.
Jessiane – Monstros. Monstros. Demônios
De-de-de-mônios.
Lorena
então coloca uma luva e começa a bater no rosto da garota com muita força.
Lorena – Vai sua vadia continue nos abençoando
com essas lindas palavras, continue. Pois terá pouco tempo, logo você será
apagada da historia na terra, se é que você tinha uma historia.
Wagner
muni-se dos apetrechos necessários para começar o que ele chama de arte.
Mario
também se arma com materiais altamente cortantes. Ele vai ajudar na dissecação.
CENA 3
Matheus
leva Rodrigo a uma parte do jardim bem distante de sua casa, quase saindo da
mansão.
Matheus – Aqui é um local perfeito. Sem a
possibilidade de alguém nos ver. Discrição total.
Rodrigo – Parece que sim.
A
fisionomia do jovem preconceituoso muda rapidamente. Matheus parece não
perceber e vai em cima do homem afim de beijá-lo. Então Rodrigo desvia do beijo o
empurrando.
Rodrigo – Ei sai fora cara.
Matheus – Ué. Mas pelo que sei viemos aqui fazer
besteiras. Não foi?
Mal
completou a frase e Matheus foi golpeado com um soco no rosto que o fez cair
sentado no chão.
Rodrigo - Se liga sua bicha burra. Você acha que eu ia beijar uma
imundície igual a você. Você vai é morrer agora seu filha da puta.
Os
outros integrantes do bando saem do mato e cercam o jovem gay que se vê
encurralado.
Matheus – Mas o que é isso? Você chamou mais
gente? É suruba? Sexo selvagem em grupo?
Gustavo – Cala sua boca sua merda ambulante, vai
achando que sujaríamos o nossos paus, com bosta fudendo com você. Isso que você
está vendo é sua morte que tá chegando.Viemos limpar mais uma vez a sujeira do
mundo.
Matheus – Skinheads, claro. Deveria ter
suspeitado.
Rodrigo
então começa a dar socos e chutes impedindo que ele se levante. Gustavo então
dá ordens para as agressões pararem.
Gustavo – Primeiro, o Vitor vai dá a sua
contribuição nesta limpeza que estamos realizando, depois que nós
continuaremos.
Rodrigo
sem saber o motivo questiona.
Rodrigo – Mas porque parceiro?
Gustavo – Ele vai ter que voltar para festa, ele
tem que ser visto lá para não levantar suspeitas.
Vitor
então toma a frente de seus companheiros e sobrepõe o seu corpo sobre o de
Matheus. Ele começa socar o jovem com muita força. Mesmo com a brutalidade dos
golpes o oprimido continua consciente.
Vitor – Olha o viado é resistente.
Gustavo – Chega Vitor assumimos daqui, tire essa
roupa de cima que tem sangue e volte para a festa. Nós terminamos o resto.
Vitor – Pena que não poder ficar para acabar
com você, mas já é de bom grado as pancadas que dei.
Matheus
quase sem condições de falar responde.
Matheus – Vai me pagar seu desgraçado.
Gustavo – Não vai não seu merda. Sua vida
medíocre vai acabar aqui.
Vitor
sai do local e volta para a festa.
CENA 4
Wagner
e Mario começam a cortar a mulher, ela grita de tanta dor. Lorena se incomoda
com os gritos.
Lorena – Calem a boca dessa vagabunda. Não
sinto tanta tesão ouvindo estes gritos chatos dessa piranha.
Wagner
obedece prontamente e amordaça a menina toda ensanguentada.
Após
calar a vítima e continua a cortando. Wagner começa a cantar uma música alegre
enquanto corta, enquanto faz sua obra de arte.
Ele
abre e separa a pele dos músculos, dilacera os músculos da mulher viva que
agoniza a cada corte.
Mario
está dissecando os braços ele separa a pele, os músculos, ele corta veia, por
veia, artéria por artéria. Jessiane já não reage, mas seu coração ainda bate,
muito devagar, batimentos arrastados que se tornam melodia para os ouvidos dos
macabros.
Minutos
depois.
Wagner – Pronto está terminado. Minha nova obra
de arte está finalizada e pronta para apreciação.
Lorena (chorando de
emoção) – Mas como é
lindo, fantástico. Quantos detalhes, tudo em tom de vermelho, minha cor
favorita. Até o filete de sangue que cai no chão e forma um pequeno rio se
mostra deslumbrante. Meu amor você está cada dia melhor, perfeito.
Wagner,
Mario e Lorena sentam em bancos e começam a apreciar o corpo fragmentado da
jovem Jessiane que perde sua vida tão cedo. Eles começam a se masturbarem
sentindo prazer de ver o desprazer da pobre vítima.
CENA 5
Os
skinheads continuam a socar e chutar o rapaz gay e aparentemente indefeso.
Gustavo pega uma faca e quando vai golpea-lo é surpreendido com uma risada.
Gustavo – De que você está rindo? Você está
quase morte sua miséria e ainda ri?
Matheus – Vocês acham que não sabia que o Vitor
era de um grupo nojento de neonazistas? Vocês acham que não sabia que essa
gracinha do Rodrigo era um podre desse grupo de esgoto?
Após
falar tais coisas Gustavo o golpeia mais uma vez no abdome.
Gustavo – Como você ainda tem forças para falar?
E se sabia que éramos por que você veio?
Matheus – Armadilha, vocês caíram na minha
armadilha seus burros insignificantes.
Os
skinheads ficam sem entender o que ele está falando. De repente movimentos
passam a ocorre próximo do espancamento, os skins se assustam e o líder
pergunta.
Gustavo – Que é que está aí? Saia daí agora se
não vai terminar igual a esse viado aqui.
Matheus – São os meus. Vocês ainda não entenderam.
Se alguém caiu em uma emboscada aqui foram vocês.
Vários
homens saem dos esconderijos e cercam os neonazistas. Os homens estão armados
com pistolas. Matheus se levanta e Gustavo e os de seu bando nem percebem, pois
estão congelados, sem reação nenhuma.
Parece
que nada ocorreu ao jovem. Os homens a serviço do gay milionário rendem os
skinhead e a mando de Matheus os levam para uma casa já na mata que fica
próxima à mansão.
CENA 6
Já
na casa Matheus passeia enfrente de cada agressor, eles olham assustados, até
agora eles não entendem como aquele frágil rapaz está tão vivo e sadio depois
de levar tantos golpes.
Matheus – Vocês estavam achando que estavam
aterrorizando não é? Bem terror de verdade vai começar agora.
Gustavo – Quem é você? Quem são esses caras?
Matheus – Eu sou um gay, frágil, carinha de
anjo, aparentemente inofensivo. Mas mesmo com essas características tão fofas,
eu não sou uma pessoa boazinha e muito menos fácil de matar. Sabem por quê?
Matheus – Meu irmão que é forte, poderoso e
muito faminto me protege, me dá forças.
Gustavo – Irmão. Cadê ele então é um desses
daí? Ele deveria ter vergonha de ter um irmão viado.
Matheus – Não bobinho, o meu irmão está aqui em
baixo. E ele não tem vergonha de mim. Ele tem é orgulho. O nome dele é Lúcifer.
Os
skins então percebem o que está ocorrendo, o gay que eles tomaram como vítima é
um satanista fiel, protegido por aquele que ele chama de irmão.
Gustavo – Não é a toa que Deus condena esse
boiolas, são tudo parte do demônio.
Matheus – Nem todos, a maioria prefere se
agarrarem em Jesus o outro irmão nosso. Mas Jesus não os protege, então eles
são presas fáceis para indivíduos como vocês. Meu irmãozinho satã é mais
cuidadoso e zeloso e não deixa nada acontecer comigo. Mas vamos para os
“finalmentes” logo, pois tenho que voltar para a festa, e o maninho está com
muita cede.
Matheus
em poder da faca começa a cortar a garganta de cada um. Antes de ser morto
Gustavo ainda profere suas últimas palavras.
Gustavo – Deus é maior que seu irmão.
Matheus – Deus vai assistir de camarote você
arder no inferno.
O
sangue escorre e por meio de pequenos canais no chão vazam até um buraco. Lá da
para ouvir os sons de alguém bebendo de forma incessante.
Matheus – Espero que esteja gostando maninho.
Sei que o sangue deles é podre, mas sei também que é dos podres que você gosta
mais. (risos)
Depois
de todos mortos o jovem ordena.
Matheus – Limpem o local e deem fim a esses
corpos nojentos.
Homem – E o que está vivo?
Matheus – Que permaneça vivo. Eu quero que ele
veja o que fiz. (risos).
CONTINUA
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