[Flashback]
Um ano atrás
Lucas| - Sua piranhaaaaaaaaaa, eu vou te mataaaaaar!
Blood corria sentindo toda a adrenalina possível, ela vê um carro passando e acena, quando o carro para ela se depara com Ladra que sai do carro.
Blood| - Me ajudaaaaa, por favooor (ela chorava horrores)
Ladra faz cara de comoção.
Ladra| - Claro querida, eu só acho que você está pagando pelos seus pecados...
Blood| - Quem é você para falar em pecado, senhora?
Ladra| - Eu sou uma enviada de Deus e sei o que falo.
Lucas surge pelas costas de Blood e a apunhala com uma faca pelas costas.
Blood cai imediatamente dura no chão na frente de Ladra.
Ladra| - Pensei que você fosse mais esperto, seu idiota! Você já pensou se ela tivesse encontrado alguém antes de mim?
Lucas| - Pelo senhor ela está morta! Tá sem respiração (fica assustado).
Ladra| - Enterre-a em uma vala bem profunda, Satanás junto com as formigas vão fazer a festa esta noite! (sorri, seus olhos brilham).
No meio da mata:
Longe da estrada o mendigo Lucas já havia cavado um buraco de muita profundidade, ele estava mais sujo que o comum, todo enlamaçado, chuviscava no lugar. Ladra sentada em uma pedra, pensativa e com uma feição sisuda e impiedosa observava tudo. O cadáver de Blood estava estirado no chão, ela já estava fria, pálida e toda azulada.
Ladra| - E se queimássemos o corpo? Não deixaríamos nenhum vestígio, só enterraríamos as cinzas para Satanás ter certeza absoluta que ela ficaria eternamente com ele.
Lucas| - Queimar? Essa moça já se machucou demais..
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Ladra se levanta pisa no cadáver com muito prazer, derrama cachaça em cima e dirige-se para Lucas:
Ladra| - Queime –a (esbraveja). Eu preciso tirar o meu carro da estrada, mas em alguns minutos estou de volta espero ver o pó dessa vagabunda diante dos meus olhos.
Ladra se retira, Lucas fica pensativo, ele se aproxima de Blood.
Lucas| - Você é tão linda, não merecia esse fim, não vou colocar em fogo em você. (Começa a beijá-la, retira seu órgão genital e passa por todo o corpo do cadáver, terminando por fim chega na vagina da moça, onde encontra prazer mais uma vez ao molestá-la, só para quando finalmente ejacula. Olhando para os cantos encontra uns pedaços de árvore, junta com uns pedaços de papel e ateia fogo, produzindo cinzas instantâneas. O corpo esconde em um lugar que Ladra não poderia ver).
Ladra retorna
Ladra| - Pela fumaça, vejo que você fez tudo conforme ordenei rs.
Lucas| - Sim, aqui estão as cinzas! (mente). Blood as pega com as mãos e joga na vala profunda.
Ladra| - Pode enterrar (limpa as mãos sujas com nojo) - Essa cidade está a salvo, Satanás está bem ocupado agora com o seu banquete principal! Agora saia daqui e tenha muito cuidado para que ninguém te veja... Serei eternamente grata a você (entrega a Lucas um carote de cachaça, ele fica feliz e já bebe naquele exato instante).
Após Ladra se retirar, Lucas retorna com o corpo ao local e enterra o corpo sem queimá-lo.
Lucas| - Uma pena as formigas te devorarem, antes elas do que o demônio! (após terminar sai do local).
Um homem misterioso bem vestido, trajado de preto observa tudo e aguarda o momento de Lucas se retirar para ir até o local, era Pedro, em algumas noites de lua Pedro visitava o túmulo e o regava, com o passar dos dias um lindo jardim de flores brotara ali.
Era uma linda noite de primavera, o homem então colhera todas as flores e por fim desenterrou o túmulo e retira o corpo de Blood de lá, com vida, uma aparência deteriorada e visivelmente fraca, engasgava-se com a própria terra que esteve se alimentando, ela encarava Pedro assustada sem entender o que estava acontecendo.
Pedro| - Estive esperando por este momento, finalmente a minha colheita com o meu fruto principal... O juízo final vai começar! (Sorri)
Cena II
Casa do Prefeito
No quarto de Marina: Ela tentava entender o que houve com Blood.
Marina| - Você está muito mudada, por onde esteve? Você foi embora com o padre como estão dizendo por aí?
Blood era outra tanto em aparência como modo em se comportar, mais fria e prática, economizava palavras.
Blood| - Muitas perguntas para uma vez só minha irmã, vejo que você também está bem mudada...
Marina| - É... Felizmente eu conheci o Gabriel, ele me ajudou muito, deu uma guinada em minha vida. E o nosso pai, você tem visto?
Blood| - Não, pelo visto você também não rs (Marina acena triste que não) Percebo que você agora é uma nova mulher e com muito poder em mãos, você sabe o que isso significa?
Marina| - O que?
Blood| - Está na hora de todos aqueles que passaram por cima da gente pagar... Eu voltei para terminar algo que comecei...
Marina| - Como prefeita pretendo colocar essa cidade nos eixos, farei justiça pela gente Val eu juro.
Blood| - Justiça? (debocha) – Isso é pouco minha irmã, falo de vingança, eu voltei para atear fogo contra esta cidade, pagar sangue por sangue, você está comigo sua irmã ou não? (olhar maligno).
Marina| - Eu sempre estarei contigo minha irmãzinha, já sei por onde começar (pensativa)
Cena III
Mansão Aristocrata:
A campainha toca, Gaby abre a porta.
Gaby| - Posso ajudar? (Ela olha para o rosto de Marina e a reconhece, ficando assustada com a mudança radical no visual da moça) – Vo- vo- você? O que você quer aqui? Você não é bem vinda nesta casa (grita)
Marina invade e entra mesmo assim com sorriso no rosto.
Marina| - Não se trata assim a nova prefeita da cidade desta cidade minha senhora!
Slim, Vini e Deprê mal conseguindo se segurar com o peso do filho que carrega na barriga chegam com o barulho da discussão. Eles se assustam ao verem Marina.
Slim| - O que está acontecendo aqui para todo esse alvoroço, posso resolver senhorita?
Marina| - Claro que pode, tenho um assunto para tratar com o proprietário dessas terras, mas caso queiram presenciar a vontade...
Deprê| - Olha aqui sua rameira você não tem nada para falar com o meu marido tá, saia daqui!
Gaby| - Calma Deprê você não pode passar nervoso.
Marina| - Ah você é a famosa Deprê, queridinha pode ficar despreocupada que seu marido é o último homem que eu iria ter o ímpeto de desejar nesse momento, mas também com essa pança e esse inchaço no seu corpo é até compreensível ficar com medo de perder o macho (ironiza).
Bêbado, Thiago desce às escadas ao ouvir a confusão. Marina o observa meio nervosa, seu coração batia forte ainda de amor, mas também com desprezo. Thiago quando a vê fica feliz, mas muito surpreso com a mudança na postura da moça que não tinha mais traços doces e sim uma figura fria e amarga.
Thiago| - Marina, meu amor. O que você faz aqui? (Se apressa ele em direção a ela, Deprê observa com ódio).
Marina| - Que bom o proprietário desta casa. Era com o senhor mesmo que eu queria falar (fria, ignora Thiago). Como a nova prefeita desta cidade, aquela que deve prezar pelo futuro de seus cidadãos resguardar o futuro de todos, venho pedir que nos pague pela dívida ativa que você e sua família tem deixado passar todos esses anos, caso contrário terei que desapropriar essas terras que saibam ou não, ainda não possui uma planta firmada em cartório.
Todos ficam assustados.
Gaby| - Essa mulher está loucaaaaa! (fica histérica, Slim a abraça)
Thiago| - Então você é a esposa herdeira do Gabriel? Todos tinham razão quando falaram a espécie de mulher que você é, além de puta, uma alpinista social (Marina engole seco).
Marina| - Pois é, essas pessoas estavam certas de fato, é verdade eu sou uma alpinista social e uma puta com muito orgulho... Agora eu vou fuder com vocês! Eu sou a dona dessa cidade, mando e desmando no que eu quiser e tente me contrariar, as coisas vão ficar piores... Está vendo esses papeis em minhas mãos? (aponta) – Isso representa o calote que vocês têm dado aos cofres públicos esse tempo todo, mas acabou! Comigo no poder, não tem mais camaradagem, entenda-se serviços sexuais para o prefeito, seus tios sabem bem do que estou falando (debocha).
Deprê| - Tirem essa mulherzinha daqui!
Thiago| - Você é desprezível...
Marina| - Ah coitadinho, não vai ter o dinheiro para pagar as dívidas, vai ver perdeu tudo servindo de trouxa para os outros, sinto muito informar, mas como prefeita não aceitarei vocês nem debaixo da ponte, já basta o Mendigo Lucas estragando a beleza desta cidade.
Gaby| - Cala essa boca Vini.
Deprê| - Eu acho que vou desmaiar, o bebê vai nascer, ah ah ah eu tô passando mal (Deprê sentada apoiada a uma poltrona queixava-se de dores).
Marina| - Bom, era isso que eu tinha para dizer, é uma pena acabar assim... Mas quem sabe possamos fazer um acordo (se aproxima dos lábios de o Thiago como se fosse beijá-lo, mas o empurra contra a parede) – Você cheira a álcool. (Se retira do local deixando o clima tenso).
Cena IV
Casa do prefeito:
Agora nas suas novas funções na casa, Ladra esfregava o chão da cozinha ajoelhada, Blood entra no cômodo, Ladra apenas olha para os sapatos lustrados da moça, quando levanta suas vistas para Blood leva um tremendo um susto, derrubando o balde de água no chão que já havia limpado, Blood olhava para ela se divertindo.
Blood| - Parece que você viu um fantasma?
Ladra| - Você está m... (assustada, tenta correr, mas Blood fecha a passagem).
Blood| - Morta? Como? rs Eu estou aqui em carne e osso não está vendo?
Ladra| - Deus deve estar me colocando à prova só pode (começa a rezar)
Blood| - Ai Putinhaa você é muito engraçada rsrs Me serve um café, me deixa bem disposta.
Ladra a encara se negando a servi-la.
Blood| - Tá esperando o que? Não vai me servir? Me serve vadia, me servee, eu sou sua patroa agora e você minha empregadinha, se você quer ficar aqui vai ter que fazer tudo que eu mando...
Ladra| - As formigas deviam estar te devorando. (Blood ri com deboche do que ela fala) – Você tem o demônio dentro de você, você é o capeta tentou desvirtuar o meu sobrinho, mas não conseguiu ficar com ele!
Blood muda a feição, pega um copo de suco e vira contra o chão. Ladra olha com raiva.
Ladra| - Limpa serviçal!
Noite:
Ladra se ajeitava para dormir em sua cama no andar de baixo, apoiava-se com as palavras da bíblia, eis que um barulho de objeto caindo chama-lhe atenção. Assustada ela vai até a janela e vê que estava aberta e a fecha, fazendo em seguida um sinal da cruz. Quando volta a cama vê um vulto passando pela frecha da porta, imediatamente tranca com as chaves, mas segue assustada, ela segue rezando em voz alta, o barulho de algo raspando o chão fica forte aos seus ouvidos, com medo ela se dirige para debaixo da cama, quando destampa vê Blood toda de branco em forma de cadáver, em uma figura muito assustadora voltando-se em sua direção, Ladra fica apavorada, gelada de medo, urina entre as pernas e berrava pedindo por socorro.
Do lado de fora Cristal, Marina e Demi acordam assustadas e correm até a porta para ver o que acontecia.
Marina| - Ladra o que está acontecendo? Abra. (Depois de muito susto consegue abrir, estava em estado de choque).
Ladra| - Ela es-es-tá aq-aqui (tremia)
Demi| - Quem? (As três entram no quadro espantadas com o surto de Ladra a olham como se estivesse louca)
Marina| - Mudinha você está vendo alguém? (questiona Marina a amiga que estava próxima a janela).
Mudinha | - Não tem ninguém aqui além de nós quatro!
Ladra| - Ela está aqui, ela está! (apontava ela desesperada para cama)
Demi| - Você tá louca querida, andou bebendo? Se drogando?
Marina| - Ela quem? Quem está aqui além de nós Ladra?
Ladra| - O demônio! Aquela que tu nomeias sua irmã!
Marina| - Claro que ela está aqui, Blood é minha irmã e tem todo direito de desfrutar tudo aquilo que é meu, você aqui é só a empregada e não tem nada que opinar. Aliás, ela está dormindo nesse momento.
Mudinha| - Sim, é verdade, a Blood se deitou bem cedo hoje, estava com uma dor de cabeça terrível.
Ladra| - Mentiraaaaaa, bando de mentirosas. Não acredito em vocês, vocês são cúmplices dela, estão querendo me enlouquecerrrr (grita histérica)
Marina| - Você abaixe seu tom se não quer ir direto para o olho da rua. Aconselho que você durma e logo cedo vá se confessar a um padre, sua consciência deve estar pesando.
Ladra fica sozinha chorando.
No andar de cima Marina vai até o quarto de Blood e encontra a irmã virada na cama, estava dormindo. Quando ela se retira do quarto, Blood abre os olhos e sorri.
Cena V
Casa de Madame Sabina: O local estava completamente vazio, apenas Oliver se afundava em uma garrafa de vodca, quando Leonardo, o coveiro entra procurando por Madame Sabina, ele estava com sua pá na mão.
Leonardo| - Onde está ela?
Oliver| - Sua filha já não tá mais aqui...
Madame Sabina| - Mortaaaa, olha, olha, olha, quem temos aqui nesse lugar que um dia já foi tão habitadooo (Entra na sala). Como meu queridoooo Oliver já lhe respondeu sua filhotaaa já não está mais aquiiiii, nem ela, nem a irmã Mudinhaaaa, elas deram o pé daqui já tem um bom tempooooo e como pode ver sua queridinhaaaa me deixou na ruínaaaaa, teremos que fechar a casaaaaaa... (Leonardo com uma feição séria, sorri)
Leonardo| - Eu sei, quem eu estou procurando é você!
Madame Sabina| - Mortaaaaaa (surpresa) – Eu esperei muitooooooooo por esse diaaaaaaaaa, Vamooooooooos para o meu quartoooooooo, você é meu convidado mais que especial. Oliver fique firme aí, e não nos incomode dyvooooooo.
Madame Sabina e Leonardo seguem de mãos dadas para o quarto, ele possuía uma feição rude e séria que não se alterava por nada. Madame deita na cama, muito excitada e animada com a situação.
Madame Sabina| - Se joga dyvooooo, estou aqui inteirinhaaaaa pra você até quando quiseeeeeeeerrrr.
Sem trocar nenhuma palavra com ela, Leonardo parte para cima de Madame Sabina e começa a agredi-la, puxa os cabelos dela e lhe dá tapas. Madame fica assustada, mas se diverte ficando mais ouriçada ainda.
Madame Sabina| - Mortaaaaa, você é como um tourooooooo, adoroooooo esse seu jeito rudeeeeeee. Me lacraaaaaaaa, me lacraaaaaa de prazeeeeeeerrrr...
Mesclando violência e sexo, os dois explodiam na cama, Madame Sabina era dominada por Leonardo com muita facilidade. Após agredi-la muito, ele se levanta.
Madame Sabina| - Mortaaaaa, já acabooooouuuuu? Queroooooo maisssss, muitoooooo maisssssssss!!!!
Leonardo pega sua pá que havia ficado encostada na parede do quarto e segue a direção dela na cama.
Leonardo| - Eu vou acabar com você! (Fala sério)
Madame Sabina| - Mortaaaaaa... Veeeeeem, veeeeem acaba comigoooooooo!!!! Você é audaciosooooooo, vai usar issoooo? Mortaaaa (aponta para a pá) – Você sabe que depois eu vou querer conhecer a sua verdadeira pá, aquela que é bem maiorrrr, vem me cavarrrrrr seu coveiro gatoooooooooo!
Leonardo pega a ponta da pá e começa a perfurar o orifício anal de Madame Sabina, ela gritava de dor, mas se divertia. O coveiro passa agir com maior brutalidade e intensidade, sua expressão era a mesma desde que entrou no local, de seriedade. Ao mesmo tempo ele fazia sexo oral nela, lambia, mas também mordia as partes genitais de Madame até tirar sangue. Madame Sabina desmaia...
No outro dia de manhã, Oliver batia na porta do quarto chamando por Madame. Ela acorda, mas não conseguia se mexer, olha para o lado e não encontra Leonardo na cama, ele já havia ido embora. Ela fica triste e desolada.
Madame Sabina| - Entraaaaaa Oliveeer eu não consigo abrirrrr. (Oliver entra).
Oliver| - O que houve aqui? A festa foi boa pelo jeito, o coveiro te deu um trato haha
Madame Sabina| - Cadê eleeeeeeee? (chorava)
Oliver| - Se mandou.
Madame Sabina - Eu não consigo me mexerrrrrrr!
Oliver| - Ah não brinca (vai até ela, tira o lençol que a cobria, havia uma poça de sangue, Madame Sabina estava visivelmente com as partes sexuais mutiladas) – Meu Deuuus, eu vou chamar um médico.
Madame se olha e se assusta.
Madame Sabina| - NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Cena VI
Mercearia:
Leonardo comprava alguns maços de cigarros, quando Marina entra no local junto de Mudinha, o coveiro as vê e finge não tê-las visto, cabisbaixo e sério, se dirige de pressa para o balcão do atendente, mesmo assim Marina segue a sua direção.
Marina| - Pai... (ele a ignora) – Estou de volta a cidade, agora eu sou a...
Leonardo| - Eu sei muito bem quem a senhora é, com licença.
Marina| - Até quando vai me tratar desse jeito, a Blood e eu somos suas famílias independentes de tudo, aliás, ela está de volta a cidade também, bem mudada, já não a reconheço mais... Eu pensei que nós poderíamos...
Leonardo| - Pensou? Pensou errado, eu não tenho nada para tratar com vocês, e não é só ela que mudou, você também já não é mais a mesma, você sabe muito bem, pelo que me lembre, não tenho mais filha. (se retira do local sem terminar de comprar seu cigarro, tromba em Cristal e fica constrangido ao vê-la, sabendo que também é sua filha).
Marina vai atrás dele lá fora e continua:
Marina - Pai, por que você nunca me disse que a mamãe trabalhou no Cabaré de Madame Sabina?
Ele dá as costas para ela e a ignora. Thiago vinha naquela direção e se dirige a Marina.
Thiago| - Causando muito por aí?
Marina| - Eu não devo nenhuma satisfação a ninguém, ainda mais a um bêbado como você (ríspida).
Thiago| - Eu parei de beber depois da sua visita Marina... (ela interrompe)
Marina| - Que bom, fico feliz por você querido. Mas seu hálito não diz o mesmo
Marina| - Não se atreva, minha decisão já tá tomada eu não vou voltar atrás se você não pagar as dívidas da sua família, vai ter abandonar as terras!
Thiago| - Você acha que eu tô aqui me humilhando só por dinheiro? Você fala isso por você, que é uma alpinista soc...
Marina| - Ai chega Thiago, tô cansada desse papinho, vai cuidar da sua esposa prenha, aliás, ela já pariu?... Hum que cheiro de fumaça... (Os dois seguem correndo rumo à igreja) – Demi ela está lá!
Thiago| - Minha família também.
Thiago| - Minha família também.
Cena VII
Igreja:
Ladra descabelada, mal vestida e com uma aparência horrível entra às pressas na igreja, mendigo Lucas a para na porta.
Lucas| - Onde vai com tanta pressa? Pela nossa senhora das plásticas, você está mais acabada que o normal.
Ladra| - Eu não tenho dormido, ela está de volta, está infernizando... (aponta para a região da casa do prefeito)
Lucas| - Tô sabendo da nova prefeita, filha do coveiro.
Ladra| - Eu falo da outra, ela voltou possuída!
Lucas| - Você tá bebendo mais que eu é? hehe A essa altura os vermes não deixaram nem o pó dela... (debocha)
Ladra| - Você tem certeza que desfez dela?
Lucas| - Mas é claro, ela tava mortinha... (lembra que não queimou o corpo e mente) – você viu até o pó dela.
Ladra| - Nem Satanás a aguentou e a devolveu para nos infernizar! (resmunga)
Lucas fica pensativo.
Ladra entra correndo na igreja, segue correndo para a direção da sacristia, não ficando na missa que acontecia naquele momento.









