Anjo Ou Demônio?! - Cap. 1



 

Cap. 01 

 

  Anjo?!
     Guilherme Conth vive na Cidade dos Tempos, junto a sua tia Vitória e a empregada Luma que praticamente o criou depois que ele passou a morar com sua tia, após a misteriosa morte de seus pais.


Cena 01.
Vitória: Quero ver quando você vai tomar um rumo nessa sua vida, e fazer algo que preste.

Guilherme: Engraçado você dizer isso, porque até agora não ví você fazer nada pra mudar alguma coisa também.

Vitória: Você me respeite, seu estúpido. Sou mais velha que você e mereço respeito, a obrigação é sua.

Guilherme: Quem quer respeito, faz por merecer. E você Vitória só me critica.

Vitória: Ah, não vem fazer drama não. Vá atrás de algo que te faça útil e só volte, quando tiver algo. Até porque, não acredito que a faculdade que você fez não te servirá de nada.

Guilherme: Chega Vitória! Eu não vou mais te escutar, prefiro sair e procurar um emprego mesmo, do que ter que te aturar o tempo todo. Ninguém te aguenta.


Guilherme sai e deixa Vitória só.

Cena 02.
Guilherme vai atrás de advocácias procurar emprego, porém, não encontra nada. Cansado, ele para pra descansar num restaurante. 


Guilherme: Já tó cansado de tanto andar. Será que algum dia, algo vai dar certo pra mim?

Um homem se aproxima.
Luck: Tudo bem rapaz? (Pergunta Luck - Dono do restaurante)

Guilherme: Olha até que poderia estar, mas não. Não está.

Luck: Posso ajudá-lo?

Guilherme: Sabe onde posso encontrar um local, ou indicar alguém, que precise de um advogado?

Luck: Bom, tem sim. Mais alí, a frente, tem um consultório de advocácia, lá você poderá encontrar com certeza rs (Diz Luck, apontando pra direção do consultório).

Guilherme: Obrigado, Sr...?

Luck: Luck… Me chamo, Luck

Guilherme: Obrigado, Sr Luck.

Luck: Por nada rapaz. Espero que dê tudo certo.


(Guilherme, sai atrás da tal advocácia).


Cena 03.
Enquanto isso
Na casa de Guilherme... Luma estranha seu sumiço.


Luma: E Guilherme, onde está?

Vitória: E o que isso te interessa?!

Luma: Me preocupo com ele. A Sra sabe, tenho ele como meu filho. Até porque eu que cuidei dele, desde criança.

Vitória: E só por isso, agora acha que pode vir me incomodar, fazendo a preocupada?! Ele não é seu filho, nem nada seu. Ponha isso na sua cabeça.

Luma: Quem deveria por algo aqui na cabeça, era você Vitória. Ele é seu sobrinho e você nunca deu amor a ele.

Vitória: Sua insolente. Retire-se. É melhor ir arrumar algo pra fazer, e ver se me deixa em paz. Porque além de imprestável, você está ficando cada vez mais folgada. Vamos se apresse… se não ponho você no olho da rua, sua infeliz.


Cena 04.
Guilherme sai a procura do tal estabelicimento, e no caminho é assaltado.


Assaltante: Enconta! Encosta! E fica quietinho.

Guilherme: Me soltem infelizes... o que querem?!

Assaltante: Só passa tudo que você tem e bate o pé.

Guilherme: Não, não vou passar nada, nem tão pouco irei sair daqui.

Assaltante: Ah, então é assim?


Não diga, então que eu não te avisei.
Matheus (dono da advocácia), escuta o barulho e correndo desce até a rua pra ver o que está acontecendo. Ele se surpreende com o que vê, e corre pra ajudar:


Matheus: Soltem ele, malditos!

Assaltante: Fica longe, mauricinho, o papo não é contigo.

Matheus: Saiam daqui, ou do contrário eu chamo a polícia. Aliás lá vem uma viatura. Policiaaaaa! Policiaaaaaaaa! (Esbraveja ele)


Os assaltantes saem correndo.
Matheus se preocupa com Guilherme.


Matheus: Você está bem garoto? Olha como você tá… está tremulo nervoso, em choque.

Guilherme: E-e-u estou bem, vou pra minha casa. (Diz ele gaguejando, ainda em choque).

Matheus: Não. Você não está em condições de ir só pra casa. Vamos comigo até a minha casa, pedirei pra alguma das empregadas cuidar de você.

Guilherme: Não obrigado, eu nem conheço você direito. Nem sei o seu nome.

Matheus: Me chamo Matheus. Você se feriu em frente ao meu estabelecimento, portanto nada mais justo. E você como se chama?

Guilherme: Meu nome é Guilherme... tudo bem, então, eu irei. Obrigado.
Os dois entram no carro e Matheus o leva até sua casa.


Cena 05.
Casa de Guilherme
Luma relembra belos momentos da infância de Guilherme.


[Flashback: 15 anos atrás]

Luma: Ôh meu amor, hoje é o seu diaaaaa! E todos estão aqui pra comemorar com você.

Vitória: Não sei pra quê, tanta gente e uma festa desse tamanho.
Não sei como aceitei dar essa festa idiota.


Vitória deixa Guilherme e Luma com os convidados!


Luma: Faz um pedido meu amor!

Guilherme: Eu desejo que meus pais voltem logo.


Luma chora.


[Voltando aos Tempos atuais]
Luma: Se você soubesse, meu amor...

Cena 06.
Guilherme e Matheus, descem do carro, e Math o direciona até a empregada que cuidara dos seus machucados.


Matheus: Pronto chegamos!
Nina, cuide dele por favor.

Guilherme: Mas senhor, eu não... (Matheus interrompe).

Matheus: Não diga nada. É minha obrigação, já disse...


Enquanto, Nina cuida de seus machucados, Math e Gui conversam.


Matheus: Sinto muito ter acontecido isso com você. Ainda mais em frente a um estabelecimento meu.

Guilherme: Não se preocupe Senhor. Foi apenas um assalto, e além disso, o Senhor não tem culpa.

Matheus: Apenas um assalto? Acha isso pouco, e normal? Em pensar que todo dia, essa situação se repete, com muitas pessoas, muitos trabalhadores.

Guilherme: Não Senhor, não acho. E logo eu, que só queria seguir meu sonho, e exercer a área que eu tanto gosto. Mais não será por isso, nem nada, que eu irei desistir. (Se emociona Guilherme).

Matheus: Nossa, agora você pareceu muito comigo. Quer saber, eu irei abrir uma excessão, quero que trabalhe comigo.

Guilherme: Está fazendo isso, por pena Senhor.

Matheus: Claro que não. Pessoas de fibra, guerreiras e persistentes, como percebí que você é, eu procuro sempre manter ao meu lado.

Guilherme: Senhor é que...

Matheus: Aceite, por favor!

Guilherme: Tudo bem. Eu aceito rs (responde Guilherme, eufórico).

Matheus: Sendo assim, o espero aqui amanhã as 09:00 tudo bem?

Guilherme: Perfeito. Muito obrigado Sr, e até amanhã.

Matheus: Até.
No pensamento ao observar tudo, Guilherme dispara:

   "Então é aqui que você vive? Como você é otário, traz uma pessoa que nem conhece pra dentro da sua casa.
E eu aqui achando que você era apenas um dono de advocácia, pra quê trabalhar se isso tudo aqui pode ser meu?"
Continua...


Comente o que achou do capítulo! Desde já agradeço sua visita e não perca neste sábado, o segundo capítulo.



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